domingo, 12 de agosto de 2012

15 dias em 50 linhas: Londres 2012

Depois de uma loooonga ausencia, eis que este nobre blog volta a ativa!

Resolvi esperar o fim dos jogos olímpicos para fazer um post só, resumindo tudo, já que a carga de  informação esportiva é absurda! Vamos lá, sem mais delongas...


A nova velha ordem mundial

Agora está claro que o grande confronto nos jogos olímpicos é entre China e EUA. Numa olimpíada em um país neutro, os americanos se saíram melhor, com 8 medalhas de ouro a mais do que os chineses (46 a 38). Diferença esta que foi feita no atletismo, onde os americanos conseguiram 9 ouros contra apenas 1 dos asiáticos.
Há 4 anos atras a pergunta era se a China conseguiria fazer frente aos EUA fora da China. A pergunta agora é se daqui 4 anos os Estados Unidos conseguirão consolidar a hegemonia novamente nas olimpíadas ou se a China poderá vencer fora de seus domínios. Se vai aparecer outro país nessa tal "ordem", em 4 anos eu duvido.


Mais uma vez o dono da casa faz a festa.

O Reino Unido, que demorou a engrenar, conseguiu um ótimo 3o lugar, a frente da toda poderosa Russia. Fica a decepção do time de futebol, que contava apenas com dois galeses ( Giggs e Bayley) e o resto só de jogadores ingleses. Foram eliminados ainda nas quartas de final pela Coreia do sul. Fraco.
Como destaque vão as medalhas de ouro para o Ciclismo, que é um esporte tradicionalíssimo dos ingleses, a do tênis para Andy Murray e os inesperados ouros nos 5000 e 10000 m do etíope naturalizado ingles Mohamed Farah.


Sou uma lenda. Não sou?

Usain Bolt conseguiu o feito insano de conseguir 3 bicampeonatos olímpicos: 100, 200m e o revezamento 4x 100m, com direito a mandar na entrevista coletiva que ele era sim uma lenda, superando os feitos do americano Carl Lewis, dizendo ainda que pelo americano ele - Bolt -  não teria nenhum respeito.

Brigas a parte, Bolt provou ser um doa maiores nomes do atletismo em todos os tempos, tendo o status de lenda ou não.


Alegrias e tristezas

Assim como Bolt, Michael Phelps conseguiu uma marca fantástica nestes jogos: Maior medalhista da história dos jogos olímpicos, com 20 medalhas. Nada mais justo do que anunciar a sua aposentadoria depois de tudo isso.
Mas os jogos olímpicos não são só conquistas: Superação e dor são marcas constantes e dessas resolvi lembrar 3 momentos:
      - A judoca hungara Abigel Joo, mesmo machucada, mancando muito conseguiu um ippon sobre a polonesa Daria Pogorzlec. Perdeu na final da repescagem, mas só isso já valeu muito.
     - A corredora turca Merve Aydin sofre uma seria contusão nos 800 m, mas assim mesmo termina a prova, aos prantos.
    - A esgrimista sul - coreana Shin Lam levou um golpe no ultimo segundo e acabou perdendo a luta. Indignada com a decisão, Shin ficou uma hora sentada na plataforma de luta ( já que se saísse, seria configurada desistência) esperando a decisão da apelação pedida por seu técnico aos prantos. Mas de nada adintou, os juizes declararam Shin como derrotada.


Pra fechar, vale comentar sobre a 1a participação de mulheres de países do oriente médio e da participação de um corredor com próteses nas pernas, o sul africano Oscar Pistorius. Genial.
Provas de que as vezes, nem sempre a vitória é a parte mais bonita da festa.
            



Esqueci do Brasil??? Não, apenas deixei pro próximo post. 

 


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